Nome:
Luiz Carlos da Silva Souza.
Idade: 21 anos.
Escolaridade: 3º grau incompleto.
Tempo de aprendizagem da língua estrangeira: 11 anos.
Acredito que, desde criança,
tenho uma aptidão para a aprendizagem de línguas.
Lembro-me de que, certa vez, eu, com uns seis anos de idade, ao
encontrar um livro velho primário de Língua Inglesa,
comecei a folheá-lo e a pronunciar, da forma como eram
escritas, as palavras contidas nele. No entanto, somente mais
tarde, quando entrei na 5ª série, é que comecei
a estudar Inglês na escola. Demonstrei grande interesse
pela disciplina. Sempre alcançava bom desempenho.
Da 5ª à 8ª séries, pude aprender muito
mais do que o verbo “to be”, diferentemente do que
ocorre com muitos alunos na escola, talvez porque, no meu caso,
a professora e os alunos não mudassem tanto de uma série
para outra. Por conta disso, era possível se manter uma
continuidade nos estudos de Língua Inglesa, e não
uma repetição. Isso me fez com que eu sempre tivesse
o desejo de estudar a fundo a língua, a fim de que pudessem
ser desenvolvidas em mim as habilidades de fala, escrita, leitura
e compreensão auditiva. Cheguei a fazer um cursinho rápido
oferecido pela própria escola, mas não foi suficiente
para que eu alcançasse o meu objetivo. Nessa etapa, eu
já possuía um vocabulário e um domínio
das estruturas da Língua Inglesa razoáveis.
Quando iniciei o ensino médio, em outra escola, pude dar
continuidade aos estudos de Língua Inglesa sem retomar
repetitivamente ao famoso verbo “to be”. Procurava
fazer da escola o meu cursinho de Inglês, já que
eu não tinha condições de pagar um. Nesse
período, aprendi muita coisa, por meio de leitura e interpretação
de textos em Língua Inglesa, músicas e, como não
poderia deixar de ser nas escolas, muita gramática. Com
tudo isso, pude saber muito sobre a Língua Inglesa, mas
não aprendi a utilizá-la para a comunicação
efetiva por meio da fala. A fala era algo pelo qual me interessava
bastante. Eu aproveitava, então, o meu gosto pela música,
para que eu pudesse aprender, por conta própria, a pronúncia
correta das palavras em Inglês, uma vez que a pronúncia
era, e continua sendo, uma atividade deixada em segundo plano
pelos professores de Língua Inglesa do ensino regular.
Todavia, o meu conhecimento de Língua Inglesa foi suficiente
para que eu pudesse fazer uma boa prova de Língua Inglesa
no vestibular para Letras com Inglês. Quando entrei na universidade,
paralelamente iniciei um curso particular de Inglês, um
antigo sonho. Descobri que falar Inglês não era tão
difícil como eu imaginava. O estudo da Língua Inglesa
na universidade e no curso particular me ajudou a aprimorar, ou
melhor, a desenvolver, a minha tão sonhada habilidade de
fala, além das outras três, quais sejam de escrita,
compreensão auditiva e leitura, que constituem a competência
linguística em uma língua.
Hoje, apesar de ter muito ainda a aprender e a aprimorar, e acredito
que tal aprendizado nunca se findará, me sinto seguro para
poder atuar como professor de Língua Inglesa e para colocar
em exercício a minha competência linguística
nessa língua quando as situações o exigirem.
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