Nome: Carlos Alberto Gomes dos Santos
Idade: 29 anos
Escolaridade: Superior (cursando) Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
Narrativa coletada por Diógenes Lima em agosto/2004
 
 
Estudei Inglês por um ano.Neste período, lia com bastante regularidade todo material que possuía: uma gramática, livros didáticos, revistas, letras de música, etc. Nessa época, utilizava um pequeno dicionário inglês/português português/inglês em minhas leituras que visavam a ampliação do vocabulário e a consolidação da gramática.Também escutava intensamente o inglês através de fitas cassetes, músicas, filmes e principalmente por meio de um rádio de ondas curtas com o qual acompanhava os programas da Voz da América.Atribuo a esta intensa pratica auditiva a familiarização com o idioma.
 
Treinava a fala ensaiando diálogos bem informais com um amigo que fazia um curso de inglês e, depois, conversando com professores de cursos de idiomas e, finalmente, com missionários americanos. Sempre aproveitava bem as raras oportunidades de falar com um nativo.Em relação à habilidade da escrita, escrevia composições sobre temas diversos e cartas a um pen pal.
 
Meu aprendizado do grego moderno foi mais difícil visto que não possuía gramática nem dicionário.Estudei grego também por um ano e simultaneamente ao inglês. Utilizava edições de uma revista religiosa em grego e em português.Através da comparação das duas revistas, ia reduzindo as regras gramaticais. Depois de dois meses, passei a escutar a emissora grega Vos da Grécia que transmitia em ondas curtas programas em grego e inglês.Com persistência e regularidade, cheguei a um ótimo entendimento da língua grega falada.
 
Leio e escrevo bem em grego.No entanto, pratico pouco a conversação, pois é difícil encontrar gregos em Vitória da Conquista. Uma das raras vezes que pratiquei a fala foi com o professor Íon Georgiou, o qual me ajudou muito a manter o contato com o idioma grego.